Ilha da Magia: sarro na Galheta

Feriadão na ilha da Magia sem sexo, não é feriadão. Florianópolis tem cheiro de sexo gay. Sei porque já passei bons verões por aqui. E nesse feriado, na primavera eu sei, não poderia ser diferente. Os pontos de pegação, como todo gay esperto sabe, estavam lá, com caras cheios de tesão, loucos para gozar. Ontem, meu primeiro dia de cassação efetiva, fizemos um sarro, eu, dois canadenses e mais dois outros caras. E que pau tinha esses estrangeiros. Imediatamente lembrei do alemão que fui apaixonado, nos meus 18 anos. O povo anglo-saxônico tem o seu valor. Povo de pau grande, grosso e cabeça rosada. Um absurdo. Eu tinha prometido que não ia ser mais passivo, pelo mesmo por enquanto. Mas para eles, eu dava. Dava sim, e com vontade. Eu, quando vi os dois sendo chupados por um menino moreno, fiquei louco e entrei na brincadeira. Mais safados impossíveis. Cai de boca no mais alto deles, sem medo, enquanto o menino se dedicava a o outro. E assim fomos nos revezando. Um deles foi tirando minha sunga e querendo tocar no meu pau. O outro enlouquecidamente me beijou. Fiquei louco, sem chão e louco de tesão. E assim fomos, eu chupando os dois, beijando um, chupando o peito de outro. E o negocio era reciproco. Falando em chupar peito, sinto um baita tesão nisso. Nem sei se já comentei isso aqui. Acho que sim. Mas enfim, se quiser me deixar louco, é só chupar meu peito. Fica a dica. Voltando a foda, do nada surge mais um cara. Um baixinho, com o corpo todo no lugar. Bonito e passivo. Quando estávamos em cinco, o moreno se cansou, e se despediu . Ficamos em quatro, cada um com o seu canadense. Então achei que seria o momento que ambos iriam nos comer, tamanho a vontade que estavam. E como ele roçava aquela vara na minha bunda. Já estava decidido em dar para ele, ou para os dois. No fim, não dei para nenhum deles. Ficamos no sarro mesmo e no final gozamos gostoso. E viva a Galheta.